Arroba está em compasso de espera em Mato Grosso do Sul

Quase um mês após o susto dado pelo grupo JBS ter gerado pânico ao anunciar a suspensão das atividades das sete unidades de abates de bovinos em Mato Grosso do Sul, o mercado segue com pouca movimentação e pressão para queda do preço do boi gordo. Alegando “insegurança jurídica”, após o bloqueio de R$ 730 milhões pela Justiça a pedido da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, a empresa dos irmãos Batista suspendeu todas as compras no dia 17 de outubro. Uma semana depois, os abates foram retomados após acordo que envolveu empresa, deputados e o governo do Estado. A empresa conseguiu o desbloqueio do recurso e, em troca, ofertou imóveis no mesmo valor como garantia.

No entanto, assim que voltou às compras, os preços caíram.  De acordo com o presidente da Associação de Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), Jonatan Barbosa, as causas dessa nova paralisação do mercado estão relacionadas ao período de entressafra, em que só há gado de confinamento ou semiconfinamento no mercado; queda no consumo e queda nos preços. 

“Ainda há muito frigorífico observando o mercado para ver como vai ficar. Além disso, hoje só há disponível animal de cocho (confinado ou semi-confinado), com isso o número de negócios reduz, não tem mais gado de pastagem”, destacou.

Reportagem completa está na edição de hoje do Correio Rural. Clique aqui para acessar.


Fonte: Correio do Estado

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